"De minha parte, continuarei a habitar minha casa de vidro, de onde se pode ver a todo instante quem vem me visitar, onde tudo o que está pendurado do teto ou nas paredes se sustém como por encanto, onde repouso à noite, sobre um leito de vidro, com lençóis de vidro, onde quem eu sou me aparecerá cedo ou tarde gravado a diamante." - Andre Breton in Nadja
A Cosac Naify está lançando em terrinha brasilis uma edição de Nadja, de Andre Breton, com prefácio de Eliane Robert Moraes e posfácio de Annie Le Brun (curiosamente ambas com vasto material publicado sobre o Marquês de Sade). Quem já leu sabe como o conteúdo é forte. Quem não leu não sabe o que está perdendo. Ou é simplesmente idiota mesmo...
Para quem quiser saber mais, recomendo
clicar aqui e ler o texto de Claudio Willer publicado na Revista Agulha, do poeta Floriano Martins. O texto de Willer é mais profundo do que uma mera resenha da edição, e entra em alguns pormenores da obra de Breton. Vale a leitura e não é para preguiçosos.